Recentemente, um supermercado implementou etiquetas eletrônicas em seus produtos, gerando expectativas sobre a possibilidade de preços personalizados para cada cliente. No entanto, após investigações, foi confirmado que essas etiquetas não alteram os preços baseados em dados individuais dos consumidores. A prática de personalização parece estar mais relacionada ao marketing do que à realidade das compras. A iniciativa, que promove uma experiência mais interativa, ainda não chegou ao ponto de variar valores conforme o perfil do cliente, mantendo a transparência nos preços anunciados. Especialistas destacam a necessidade de regulamentação para evitar possíveis confusões e garantir justiça nas práticas de vendas. A expectativa é que, no futuro, essa tecnologia evolua para oferecer novas experiências aos consumidores, mas por enquanto, todos continuam a ter acesso aos mesmos preços.