Cientistas descobriram um fóssil de 245 milhões de anos que preserva não apenas os ossos, mas também órgãos internos e a última refeição de um réptil marinho. Essa descoberta, ocorrida em uma região rica em fósseis, oferece novas oportunidades para entender a vida marinha do período pré-histórico. Com uma conservação excepcional, os pesquisadores estão otimistas sobre as informações que podem ser extraídas desse espécime, o que pode mudar a perspectiva sobre a evolução e a ecologia de criaturas marinhas antigas. O estudo ainda está em andamento, mas os primeiros resultados indicam que esse fóssil pode ser um dos mais importantes já encontrados nesse contexto.