O Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou a suspensão do edital lançado pela gestão de Bruno Nunes, que permite a terceirização de serviços nas escolas estaduais. A medida gerou polêmica entre educadores e pais, que temem pela qualidade do ensino e a possível precarização do trabalho dos profissionais da educação. O pedido do MPSP destaca irregularidades no processo licitatório e a falta de transparência nas informações fornecidas. A decisão sobre a suspensão ainda está pendente, o que mantém a comunidade escolar em alerta sobre os impactos dessa proposta.