Um recente vídeo com o ex-presidente Jair Bolsonaro, gerado por inteligência artificial, voltou a levantar discussões sobre a utilização de deepfakes na política brasileira. O material, que surgiu nas redes sociais, é uma simulação que reproduz o discurso do líder, mas com mensagens que podem induzir à confusão e desinformação. Especialistas alertam que a disseminação desse tipo de conteúdo pode violar as normas eleitorais, ampliando o debate sobre a propaganda eleitoral antecipada e a regulação do uso de tecnologia nas campanhas. Além disso, a situação provocou reações sobre a necessidade de um posicionamento claro do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a essas práticas. A complexidade do assunto destaca a urgência de uma discussão mais ampla sobre a ética e a legalidade do uso de recursos tecnológicos na política nacional.