O Estado de Minas Gerais reconheceu a responsabilidade pela tortura sofrida por um cidadão durante a ditadura militar (1964-1985) e determinou que o filho da vítima receberá uma indenização. A decisão judicial foi publicada nesta terça-feira e representa um importante passo na luta por justiça e reparação histórica. O caso destaca a necessidade de honrar a memória dos que sofreram violações de direitos humanos durante esse período sombrio da história brasileira. O valor da indenização ainda será especificado, mas a medida foi celebrada por ativistas e familiares de outras vítimas, que clamam por um maior reconhecimento e reparação por suas experiências traumáticas.