Um médico que prestou atendimento a um maratonista que faleceu durante uma corrida em São Paulo fez duras críticas à organização do evento. Segundo ele, a chegada do desfibrilador ao local do incidente levou 15 minutos, um tempo considerado excessivo em situações de emergência. O atleta, que participou da maratona no último domingo, foi atendido imediatamente por alguns competidores e outros profissionais, mas a demora no equipamento vital foi apontada como um fator crucial em sua morte. A crítica levanta questões sobre a segurança em eventos esportivos e a importância de um atendimento médico ágil e eficiente.