O médico que prestou socorro ao maratonista que faleceu durante uma corrida em São Paulo levantou sérias preocupações sobre a organização do evento. Em uma declaração impactante, ele afirmou que a chegada do desfibrilador, um equipamento crucial em situações de emergência, levou cerca de 15 minutos. A falta de agilidade no atendimento médico provocou indignação e gerou críticas à preparação da equipe organizadora da maratona. A tragédia ressaltou a importância de protocolos de segurança adequados em eventos esportivos, onde a vida dos atletas e a eficácia do socorro médico são fundamentais.